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A educação não poder ser um processo isolado, por si só fazer educação, mas sim criar conexões com diversos outros espaços do conhecimento, partindo sempre de uma análise critica da realidade e buscando clarezas de onde veio, como está e para onde quer chegar.
domingo, 3 de julho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
| TV ESCOLA – SALTO PARA O FUTURO - 2011 http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/cronograma.asp | |
Mês | Programação | Semana |
Janeiro | A arte de ilustrar livros para crianças e jovens | (Reprise) 03/01 a 07/01 (Reprise) 10/01 a 14/01 (Reprise) 17/01 a 21/01 (Reprise) 24/01 a 28/01 (Reprise) 31/01 a 04/02 |
Fevereiro | Educação integral e intersetorialidade Divulgação Científica e Educação | (Reprise) 07/02 a 11/02 (Reprise) 14/02 a 18/02 (Reprise) 21/02 a 25/02 (Reprise) 28/02 a 04/03 |
Março | Cultura Viva, Escola Via Juventude, Saúde e Comunicação Educação e Investigação Científica Juventude e Escolarização: os sentidos do Ensino Médio | (Reprise) 07/03 a 11/03 (Reprise) 14/03 a 18/03 (Reprise) 21/03 a 25/03 (Reprise) 28/03 a 01/04 |
Abril | História em quadrinhos: um recurso de apendizagem Currículo: conhecimento e cultura Edição Especial: Por uma pedagogia dos indicadores sociais | (Inédita) 04/04 a 08/04 (Reprise) 11/04 a 14/04 (Inédita) 15/04 (Reprise) 18/04 a 22/04 (Inédita) 25/04 a 29/04 |
Maio | Cotidiano, Imagens e Narrativas Educação e diversidade sexual Escola de atenção às diferenças Edição Especial: O impacto do racismo na Educação Tabagismo: relevância da temática na Educação | (Reprise) 02/05 a 06/05 (Inédita) 09/05 a 13/05 (Reprise) 16/05 a 19/05 (Inédita) 20/05 (Inédita) 23/05 a 27/05 (Reprise) 30/05 a 03/06 |
Junho | Espaços educadores sustentáveis | (Inédita) 06/06 a 10/06 (Reprise) 13/06 a 17/06 (Reprise) 20/06 a 24/06 (Inédita) 27/06 a 01/07 |
Julho | Linguagem Teatral e Práticas Pedagógicas | (Reprise) 04/07 a 08/07 (Reprise) 11/07 a 15/07 (Reprise) 18/07 a 22/07 (Reprise) 24/07 a 29/07 |
sexta-feira, 25 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
O Programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), em parceria com a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação. Sua operacionalização é feita por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).O programa visa fomentar atividades para melhorar o ambiente escolar, tendo como base estudos desenvolvidos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), utilizando os resultados da Prova Brasil de 2005. Nesses estudos destacou-se o uso do “Índice de Efeito Escola – IEE”, indicador do impacto que a escola pode ter na vida e no aprendizado do estudante, cruzando-se informações socioeconômicas do município no qual a escola está localizada. Por esse motivo a área de atuação do programa foi demarcada inicialmente para atender, em caráter prioritário, as escolas que apresentam baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), situadas em capitais e regiões metropolitanas.As atividades tiveram início em 2008, com a participação de 1.380 escolas, em 55 municípios, nos 27 estados para beneficiar 386 mil estudantes. Em 2009, houve a ampliação para 5 mil escolas, 126 municípios, de todos os estados e no Distrito Federal com o atendimento previsto a 1,5 milhão de estudantes, inscritos pelas redes de ensino, por meio de formulário eletrônico de captação de dados gerados pelo Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento e Finanças do Ministério da Educação (SIMEC). Em 2010, a meta é atender a 10 mil escolas nas capitais, regiões metropolitanas - definidas pelo IBGE - e cidades com mais de 163 mil habitantes, para beneficiar três milhões de estudantes.Para o desenvolvimento de cada atividade, o governo federal repassa recursos para ressarcimento de monitores, materiais de consumo e de apoio segundo as atividades. As escolas beneficiárias também recebem conjuntos de instrumentos musicais e rádio escolar, dentre outros; e referência de valores para equipamentos e materiais que podem ser adquiridos pela própria escola com os recursos repassados.
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Já utilizava os recursos tecnológicos e midiáticos na sala de aula com meus alunos, mas dependia muito da ajuda dos coordenadores, do suporte do laboratório de informática e demais colegas da escola, o que muito das vezes emperrava o meu trabalho. Hoje tenho mais iniciativa e facilidade de incluir e usar os recursos disponíveis no meu planejamento. Nesse curso tive o privilégio de aprender a produzir slides, criar e fazer postagens em blog e interagir como os colegas e usar outras linguagens tecnológicas.
Outras atividades importantes foram a ação de produção de histórias em quadrinhos através do software Hagáque, as produções de esquemas de aulas no programa Cmaptools e a produção de slides no PowerPoint para desenvolver aulas mais dinâmicas. Com minha participação no curso e com o uso dos recursos aliado ao meu planejamento passei a ter mais segurança e maior participação dos alunos nas aulas.
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Encerramento do Curso: Tecnologias na Educação
Charge sobre o analfabetismo digital

“Há necessidade de sermos homens e mulheres de nosso tempo que empregam todos os recursos disponíveis para dar o grande salto que nossa educação está a exigir”. Paulo Freire
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
São muitas as transformações pelas qual a escola está passando com a integração das tecnologias ao seu contexto escolar e com isso o educador deve se posicionar através de uma postura ética, reflexiva e investigativa para não tornar o ensino um aprendizado sem atrativos, sem significado para seu aprendiz. Saber o que, como quando e porque desenvolver determinadas ações pedagógicas é papel essencial na vida do professor, e as tecnologias, dentro de um projeto pedagógico inovador, facilitam o processo de ensino-aprendizagem: sensibilizam para novos assuntos, trazem informações novas, diminuem a rotina, nos ligam com o mundo. Trazem para a sala de aula as linguagens e meios de comunicação do dia a dia.
Neste projeto podemos interagir com outras disciplinas buscando dá sentido ao nosso fazer pedagógico. Envolvendo os educandos, de forma interdisciplinar, na metodologia aplicada durante a realização de todas as atividades propostas no período de realização do projeto em si.

Mediante a leitura da Entrevista de Pedro Demo sobre o tema “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”, percebi que ser professor implica não apenas saber manusear o computador é também necessário utilizá-lo como um instrumento capaz de uma mudança do paradigma educacional, um paradigma que promova a aprendizagem ao invés do ensino, que coloque o controle do processo de aprendizagem nas mãos do aluno, que ajude o professor a entender que a educação é um processo de construção do conhecimento do aluno como um todo onde ele é uma figura fundamental.
Para tanto temos, portanto que mudar nossa concepção e atuação, começar a trazer os recursos tecnológicos para a sala de aula aproveitando suas diferentes formas de linguagem. Se portar e agir como aprendiz no manuseio das ferramentas e mídias.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
FORMAÇÃO DO EDUCADOR
Sabemos que as tecnologias não falam por si só e no plano tecnológico, devemos nos preocupar com a formação dos educadores, principalmente, no domínio das novas tecnologias – imprescindíveis no âmbito educacional. É necessário que os educadores façam um esforço e procurem se adaptar a este mundo tecnológico que está em constante mudança. Este novo cenário educacional requer do professor uma forma de pensar diferente, onde ele construa condições que favoreçam de fato o crescimento intelectual e social de seus educandos.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
“Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. Existem para dar aos pássaros coragem para voar”. (Rubem Alves)
Vejo que é nessa perspectiva do pensamento de Rubem Alves que nós educadores devemos a nossa prática. Precisamos dar asas a nossa imaginação, ter as tecnologias midiáticas como pontes entre a sala de aula e o mundo contemporâneo e buscar na pesquisa através da internet, navegar a deriva por mares desconhecidos, alçar novos vôos e buscar para a nossa prática educativa inovações, novas estratégias de trabalhos e transformar os velhos métodos em uma educação inovadora. Não precisamos jogar fora os livros, o giz e o apagador, mas precisamos sim aprender a reutilizá-los e interagi-los com as novas técnicas midiáticas disponíveis em todas as instâncias da sociedade, inclusive na escola.